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MS registra 19ª morte por chikungunya e concentra 70% dos óbitos do Brasil.
- Silvana Nadir Garcia Machado MTE - 103/MS
- 24/05/2026
Por: Assessoria
Mulher
de 53 anos morreu de chikungunya em Guia Lopes da Laguna, cidade a 234
quilômetros de Campo Grande. Com 19 óbitos confirmados no Estado, sete a cada
dez brasileiros mortos pela doença são sul-mato-grossenses.
Segundo
a Secretaria Municipal de Saúde, a mulher foi internada com sintomas de quadro
respiratório e morreu na última quinta-feira (14). No entanto, o resultado do
exame laboratorial que confirma a causa da morte como chikungunya foi divulgado
nesta quinta (21). Ela tinha comorbidades.
Em
todo o Brasil, 27 pessoas morreram de chikungunya em 2026. Assim, Mato Grosso do Sul concentra 70,4% das
mortes pela doença no país. As outras foram registradas em
Goiás (2) São Paulo(2), Rondônia (1), Mato Grosso (1), Bahia (1) e Minas Gerais
(1).
O
Estado registrou 24 mortes por chikungunya nos últimos dez anos — 17 em 2025,
uma no ano anterior e três em 2023 e 2018. Ou seja, em menos de cinco
meses, 2026 já
representa 79% do total de mortes pela doença na última década em Mato Grosso
do Sul.
12,7
mil casos em MS
Conforme
dados do Painel de Arboviroses do Ministério da Saúde, o Estado registra 12,7
mil casos prováveis de chikungunya em 2026, o que corresponde a 27,6% do total
nacional (46 mil). A incidência em MS é de 435,6 casos por 100 mil habitantes
— mais de 20 vezes
superior à média do Brasil, de 21,6.
Com
10,1 mil moradores, Guia Lopes da Laguna registra 93 casos prováveis de
chikungunya neste ano. Desses, 75% foram confirmados e 25% ainda aguardam
resultado de exame do Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública). A
incidência é de 919,3 casos por 100 mil habitantes, o que caracteriza epidemia
da doença.
A
maior parte das mortes está concentrada em Dourados, com 12
registros. Em seguida, Bonito e Jardim têm dois
óbitos cada um. Fátima do Sul, Guia Lopes da Laguna e Douradina têm um em cada
município.
O
grupo de risco da chikungunya é formado por pessoas em extremos de idade e com
comorbidades. Entre os 19 mortos em Mato Grosso do Sul, dez eram idosos e
quatro crianças. Onze tinham outras doenças, que agravam o quadro de saúde.
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